Onde estamos em 2020? Uma sóbria visão astrológica

Atualizado: Set 14

por Kya Mesquita



O céu é um reflexo da organização (ou desorganização) das nossas necessidades, individuais e coletivas. Em 2020 o céu astrológico não se resguardou para anunciar um retorno atualizado para aprendizados da Idade Média, e nós, assim como Júpiter, Saturno e Plutão não poderíamos sair ilesos desse enredo. Mesmo que você não entenda ou valorize os símbolos astrológicos, vale saber que esses são os protagonistas deste ano histórico que estamos vivendo, essa (específica) reunião planetária em um só signo aconteceu em 3 fases do período que entendemos como Idade Média, fazendo o papel de traduzir a queda de impérios e a renovação de estruturas. Imagine a cena final de Guerra Infinita, com todos sendo convocados? No último milênio essa cena dos 3 planetas (nem tão heróis assim) só aconteceu 6 vezes no último milênio, 1 vez só neste século.


Hoje temos internet, jornais digitais e uma socialização imediata para espalhar a urgência dos sinais de rachaduras das estruturas, como seriam as manchetes daquela época? Será que uma manchete de ‘Júpiter e Plutão’ alertaria: “Grupos de interesse e potências emergentes buscam o protagonismo através de golpes e poder financeiro?” Talvez não, até porque não é só sobre isso que essa conjunção fala..

Fato é, que aqueles que entendem o alfabeto astrológico, sem muito determinismo poderiam imaginar que em correspondência a outros anos em que esses planetas ‘se juntaram’ (pra quem olha da Terra) houve uma grande expansão e globalização do elemento-signo em que se encontravam na epóca. Atualmente, a fase desses aspectos em 2020 acontece em Capricórnio. Se você não o conhecesse, ele é do elemento Terra, a personificação do crescimento industrial-matéria e infra-estrutura de produção e níveis sociais. Indignado? É claro, que se o ser humano personificou significado para essas 12 ‘estrelas’, haveria ao menos 1 para representar a ‘escalada’ econômica social e patrimonial de uma vida sendo ela: Capricórnio.


Os principais aspectos desse ano retomam a frase:

“Aquele que não conhece a sua história, está fadado a repeti-la”

e seja na idade do mundo, ou na nossa atual idade, isso tem significados específicos sobre maturidade e comprometimento com os objetivos sociais. Capricórnio não é um signo do Eu, é um signo sobre o que mantém ‘o Todo’ social que conhecemos, e quando estamos em isolamento, com medo do futuro, precisamos estabelecer esse tal compromisso (por mais exigente que seja) baseados nas quedas e erros do passado.

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